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O 16º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil, reuniu mais de trezentos bancários em São Paulo, entre eles Cleiton dos Santos, presidente do SEEB-RO, representando os bancários de Rondônia. Entre as principais definições, decidiram que a Campanha Salarial será novamente nacional e unificada, assim como nos dois últimos anos. Índices, como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), auxílio-creche, vale-alimentação e vale-refeição, serão definidos na Conferência Nacional dos Bancários, já que os funcionários do BB optaram pela mesa única de negociações. Entre as principais reivindicações  específicas, definidas também no Congresso, estão a construção de um novo modelo de Plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados (PCS/PCC), a isonomia entre novos e antigos funcionários e questões relativas à saúde (Cassi) e previdência (Previ).
21° Conecef

Os delegados participantes do 21° Congresso Nacional dos Empregados da Caixa - Conecef - aprovaram a manutenção da estratégia da Campanha Nacional dos Bancários Unificada, com a participação dos empregados da Caixa na campanha geral, sem apresentação de pauta específica, Os Grupos de Trabalho (GTs) serão mantidos, com processo de avaliação permanente dos resultados pela

Comissão dos Empregados da Caixa. A extinção ou criação de novos GTs também poderá ser definida pela CEE, disse José Luiz Paulúcio diretor regional de Vilhena, que esteve representando Rondônia.
O encaminhamento das deliberações será feito pela CEE e será remetida à 7ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, que acontece nos dias 30 e 31 deste mês.
Os bancários já sabem quanto querem de reajuste este ano dos banqueiros. O índice definido durante a Conferencia Nacional nos dias 30 e 31 de julho em São Paulo é de 11,77% de aumento para todos: de públicos e privados. Nos últimos dois anos iniciamos a estratégia de unificação da categoria e conseguimos os mesmos reajustes. Foi uma grande vitória porque os bancos públicos praticamente congelaram os salários durante toda a década de 90”, afirmou Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT. Além da mesa única de negociações, os bancários de BB, Caixa e Basa vão apresentar suas reivindicações específicas às direções destes bancos para serem negociadas concomitantemente à mesa da Fenaban. Sobre o índice aprovado,Vagner diz que ele ajuda a construir uma Campanha Salarial forte. “Mas para isso precisamos da mobilização dos bancários, pois a Campanha só será vitoriosa se tiver a participação em massa dos trabalhadores para fazer o enfrentamento contra os patrões e contra políticas equivocadas do governo federal. Saímos da Conferência com alto astral para a construção de uma campanha unitária”, afirmou. O índice de 11,77% é composto de 5,69% da inflação (projetada pelo ICV-Dieese para o período) e mais 5,75% de aumento real. Além do índice, os 557 delegados que participaram da Conferência aprovaram uma série de reivindicações que serão sistematizadas para a elaboração da Minuta. Os bancários vão entrega-la à Fenaban no próximo dia 11 de agosto. “A estratégia da campanha foi definida em consenso pelo plenário de forma democrática. Agora é lutar para os banqueiros atenderem nossas reivindicações, ressaltou. Comando Nacional dos Bancários - Durante a 7ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro os bancários alteraram a composição e nomenclatura da atual Executiva Nacional da categoria e criaram o Comando Nacional dos Bancários, com a ampliação de 14 membros. O novo formato manterá a representação da CNB/CUT, mais dez das federações (um de cada), com a ampliação de uma representação de cada um dos dez maiores Sindicatos do país, além de incorporar os coordenadores das Comissões de Empresa do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Basa. Com essa mudança, a composição passou de onze para 25 membros. O Comando, que irá substituir a antiga Executiva Nacional dos Bancários, irá representar os bancários na mesa de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). As demais resoluções da Conferência Nacional serão detalhadas no próximo Jornal do Bancário. O presidente do SEEB-RO, Cleiton dos Santos Silva, participou da Conferencia representando os Bancários de Rondonia.
As discussões sobre a unificação da Campanha Salarial 2005/2006 dominaram as atenções durante o VIII Encontro Nacional dos Empregados do Banco da Amazônia (ENEB), realizado de 16 a 18 de junho. O tema “Campanha Salarialfoi discutido já há alguns dias e teve como expositor Nelson Karam, do Dieese e como debatedores Leoni Philippsen Presidente da Feeb-CN e Carlindo Abelha da CNB . O expositor do Dieese, Nelson Karam, analisou informações sobre os resíduos salariais dos anos anteriores e apontou várias possibilidades das entidades estarem pleiteando reajuste salarial. No primeiro caso as reivindicações ficariam em torno da reposição da inflação do último período estimada em 7%. Outra possibilidade seria acrescentar as perdas dos dois anos do governo Lula que daria cerca de 10% de reajuste. Por fim, discutiu a alternativa de reivindicar as perdas históricas da categoria desde 1994, que varia percentuais que vão de 40% a 80%. Mesmo com essas possibilidades, o expositor frisou a importância das discussões não ficarem somente no índice de reposição porque hoje a situação da categoria bancária envolve discussões sobre as condições de trabalho, emprego, jornada, discriminação de raça, gênero e a questão da saúde que são importantes também para a categoria”.   Representantes dos Estados de Tocantins, Pará, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Amazonas, Rondônia, Maranhão e Amapá, compareceram para prestigiar o VIII ENEB, o maior encontro de empregados do Banco da Amazônia.